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Mãe, filhos e voluntários do Banco do Bebé – uma família numerosa

Conhecemos as gémeas “Teresa” e “Isabel” na unidade de Cuidados Intensivos da Maternidade Dr. Alfredo da Costa (MAC) por terem nascido prematuras, de uma gravidez inesperada e pouco acompanhada. Duas “amostras de gente” mas muito resilientes.

No dia da alta da MAC a ansiedade sentia-se e a chegada a casa das gémeas, acompanhada pela equipa do Banco do Bebé, foi confusa e caótica com muita gente a partilhar o mesmo espaço. À espera das gémeas estavam a mãe “Susana” e mais dois irmãos: o “Pedro” de 18 meses, muito inquieto e ansioso com a entrada das bebés em casa, e o Vasco, adolescente de 19 anos, paraplégico desde os 16. Só não estava o pai “Luís” que está a trabalhar em França.

A “Susana” passou de 2 para 4 filhos, numa casa muito pequena, onde a cadeira de rodas do seu filho mais velho mal tinha espaço para passar. Sozinha, com poucos recursos económicos, ilegal em Portugal, esta mãe aderiu de imediato à proposta do Banco do Bebé de integrar a família no Projeto Apoio Domiciliário.

Neste contexto o Banco do Bebé propôs um plano de intervenção intenso para os primeiros meses de vida das gémeas. Duas voluntárias asseguraram visitas diárias durante o primeiro mês de vida em casa destas gémeas, passando a visitar duas vezes por semana nos dois meses seguintes.

O principal objetivo era assegurar cuidados seguros a estas bebés, estabelecer rotinas de sono, alimentação e higiene, rotinas estas exigentes já que as gémeas prematuras requeriam muita atenção nos cuidados e o dobro do tempo para delas cuidar.

Foi necessário ajudar esta família a integrar o “Pedro” de 18 meses numa creche, uma questão essencial para que a mãe pudesse ter tempo para cuidar das gémeas. Apesar deste processo se ter iniciado a meio do ano do ano letivo, foi possível integrar o “Pedro” numa creche da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Do plano de intervenção fez parte também facilitar o acesso do “Vasco”, paraplégico, em situação ilegal no país, à saúde e à formação profissional. Em parceria com o CEPAC, o “Vasco” está neste momento a aguardar autorização de residência do SEF, documentação que permite ter acesso à Certidão Multiusos que o isenta de pagamento os tratamentos de fisioterapia, consultas e outros atos clínicos. Até obter autorização de residência, é o Banco do Bebé que garante os tratamentos de fisioterapia e a medicação de que o “Vasco” precisa. Com o objetivo de reduzir as limitações originadas pela sua incapacidade, a equipa de Apoio Domiciliário do Banco do Bebé ajudou o “Vasco” a apresentar uma candidatura na Associação Salvador. A candidatura passou à segunda fase e aguardamos agora decisão final.

Atualmente o Banco do Bebé mantém o apoio semanal à família com um trabalho mais centrado no desenvolvimento psico-motor das gémeas. As voluntárias, em parceria com a mãe apoiam os ensinos nos cuidados básicos das bebés na diversificação dos alimentos e na estimulação e brincadeiras adequadas à sua idade. Através do Banco do Bebé as bebés têm apoio quinzenal de fisioterapia havendo uma estimulação global e psicomotora de cada bebé. Esta família refere-nos como estando a ser fundamental, a presença de uma voluntária no acompanhamento às múltiplas consultas quer ao hospital quer ao centro de saúde.

A família foi ainda integrada nos workshops de ”Massagem do Bebé” e ”Brincar com Arte” onde se trabalhou o fortalecimento do vínculo afetivo entre a mãe e os bebés e, segundo a mãe, estes foram momentos preciosos com os seus filhos.

Tem sido um grande desafio e o que sentimos neste momento é uma grande alegria pelo caminho percorrido em parceria com esta família. A família ainda não teve alta. Ainda há um caminho a percorrer. Se o quiser percorrer connosco basta clicar.

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